sábado, 3 de maio de 2014

Conflitos Escolares

Tirar nota baixa, bem como receber bilhetes da escola por mau comportamento são momentos de estresse tanto para pais como para filhos.

Como lidar com isso?

A primeira mudança na mente dos pais é que todos na casa devem ser familiarmente responsáveis. Mas o que é isso? Todas as atividades da família devem ser trabalhadas de modo a conferir sucesso da casa toda, promover paz e equilíbrio a todos.

Outra visão que os pais devem desenvolver em sua mentalidade familiar a respeito das notas e desempenho acadêmico do filho, consequências e vitórias são principalmente dele. Ele é afetado e tem que ficar aborrecido com problemas se com ele acontecerem. Alguns pais ficam feridos, tomam para si a derrota ou se veem pessoalmente ofendidos pelo filho. A resposta emocional para esse momento é ineficaz e representa um perigo para o futuro da casa.

Ao evitar uma resposta emocional podemos identificar as causas com maior facilidade. A solução para as causas identificadas devem ser distribuídas proporcionalmente entre pais e filhos. Muito mais para o filho, mas com envolvimento ativo dos pais.

As notas, bem como as conquistas e as derrotas ao longo do caminho são do seu filho. Não se apodere, nem sofra com elas como se fossem suas. Fique feliz, elogie ou fique triste e dê conselhos, mas saiba que todos têm um caminho solo a seguir e que todos os grandes eventos na nossa vida serão parte de nosso histórico pessoal e não dos nossos pais.

A partir dessas premissas toda a família pode buscar resolver seus problemas com ajuda de todos mas ser responsável, desenvolver esforço pessoal, deve ser um busca de cada membro do lar.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Eu e meus filhos temos um laço emocional perene?

Eu e meus filhos temos um laço emocional perene?

Ser uma figura parental de importância na vida de meu filho de modo que ele recorra a mim quando em situações de dificuldade e dar notícias de eventos relevantes em sua vida pessoal sempre foi um grande objetivo para mim.

Mas eu não tinha a menor ideia de como alcançar esse objetivo.
Percebi que a confiança estabelecida no relacionamento do dia-a-dia é a cola que mantem a certeza para o filho de que o relacionamento pai e filho vai durar e é único dentro da sua rede de relacionamentos interpessoais, ou seja, não há conflitos com outros relacionamentos, nem disputas.

A vinculação com o filho se estabelece em situações corriqueiras, em que o pai é observado reagindo no trânsito, no seu trabalho e no relacionamento conjugal. As situações limite, em há certo grau de estresse para se administrar também são assimiladas com interesse pelos filhos, pois eles podem se ver em situação limite com os pais também.

Essas observações levam o filho a concluir se pode contar com os pais sempre que precisar dele, se ele é importante na família. Assim, adquire admiração, respeito e orgulho de pertencer aquele grupo social.

A quantidade e qualidade da comunicação é outro atributo importante na formação da confiança. Estar presente, ouvir e ser ouvido pelo filho pode influenciar positivamente o relacionamento, pois demonstra real envolvimento do pai com o filho o que resulta em empatia de parte a parte.
Com isso, os conflitos são relativizados e todos os familiares tendem a resolver seus conflitos sem fugir, mascarar, fingindo que não existem.

Nisso, pode-se dizer que entrar numa relação com alguém requer envolvimento, cuidado, atenção e respeito aos sentimentos da outra pessoa. Assim, a empatia está para o relacionamento como o veículo que possibilita que aquilo que é despertado em nós através do amor seja bem dirigido ao outro...1

Por isso, dirigir tempo de quantidade com qualidade com filhos e entre os cônjuges é crucial para os relacionamentos familiares, cria vínculos, respeito e paz no lar.

E ai? Como está construindo os laços com seus filhos?

1 - Weber, L.N.D., Stasiack, G.R. & Brandenburg, O.J. (2003). Percepção da Interação Familiar e
Auto-estima de Adolescentes. Aletheia, 17/18, 95-105.

quinta-feira, 27 de março de 2014

A Transição do Infante

A Transição do Infante

Duração: nove semanas - Periodicidade: semanal, no sábado

Local: SIG SUL - Quadra 8, Número 2297 CEP: 70610-480 - Brasília - DF

Horário: 13:30 às 16:00

Pré-requisito: Casais e solteiros com filhos com idade entre 1 ano e 5 anos.

Conteúdo:

1. O princípio do porquê;

2. A jornada da Paternidade;

3. A jornada da Maternidade;

4. Estrutura e Rotina;

5. A Natureza do conflito do Infante;

6. O Propósito da Obediência;

7. Enviando Mensagens Certas ou Erradas;

8. Instrução, Estímulo e Correção;

9. Enquete de Tópicos sobre Infantes;

Valor da inscrição: R$100,00

Início: 29/03/2014

61 - 999574781

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Abertas turmas de Homem ao Máximo, Mulher Única e Aliança

Turmas de Homem ao Máximo e Mulher Única e Aliança aberta.
Início na primeira semana de fevereiro.
Local : Assembléia de Deus Sudoeste
Maiores informações etchechurry@gmail.com
61 - 999574781

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Filhos construindo o próprio futuro

Diodoro Sículo, historiador grego, contou em seus escritos a história e os mitos a respeito de Dédalo e seu filho Ícaro.

Dédalo e seu filho estão presos. Dédalo, então, “constrói para si e para o filho dois pares de asas de penas, ligadas com cera, para fugirem. Ícaro, deslumbrado com a beleza do firmamento, sobe demasiado e o Sol derrete a cera de suas asas, precipitando-o nas águas do mar Egeu, enquanto Dédalo consegue chegar à Sicília.” (Wikipédia).

Temos aqui uma estória que pode ilustrar a tentativa de um pai salvar seu filho de uma situação difícil e mesmo com as melhores intenções enviá-lo para a morte.

No processo de construção de nossa vida, bem como de nossos bens, passamos a conhecer os nossos limites e possibilidades da infraestrutura que criamos para viver. Estabelecemos muros e grades físicas e psicológicas para nos proteger da morte prematura. Com isso, ganhamos uma consciência das extremidades seguras de nossa existência.

Nossos filhos por outro lado, não participaram dessa construção e não possuem dentro de seu ser a experiência necessária para entender as fronteiras da sua liberdade. Sim, a liberdade tem fronteiras.

Essas fronteiras delimitam o que é seguro e prático e o que pode levar a morte. Morte espiritual, e por vezes, física.

Isso não quer dizer que não devemos nos aventurar buscando novos caminhos. Precisamos ficar de olho em lições aprendidas pelos desbravadores anteriores.

Os filhos devem construir suas próprias asas, orientados pelos pais. As construções feitas pelos pais, sem a participação dos filhos podem leva-los a um fim trágico.

Assim, quando seu filho fizer um voo solo, assegure-se de que deu as instruções necessárias e que seu filho vai construir com suas próprias mãos as asas para voar.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Casados para Sempre?

Todo ano, alguém que conheço se separa e comprova as pesquisas que dizem que cada vez mais as pessoas estão deixando suas famílias para trás.
As desculpas e justificativas são as mesmas sempre.
"Não sou feliz" - clássica.
"Você não me faz feliz mais..." - sim, a culpa é sua agora.
"Incompatibilidade de gênios" - genérica e clássica.
"Não há mais respeito" - há adultério e muito palavrão nessa.
"O importante é ser feliz" - começou nessa década.

Isso sem contar o adultério.

Mas o que mais me dói são as frases de senso comum do tipo "casamento não é para toda vida, os filhos sim" e "vou ser presente na vida deles(filhos)".

Analisando as estatísticas do IBGE, o divórcio aumentou 15 vezes de 1940 até 1990. 

As expressão deixando a família para trás é mais que verdadeira e não é dura. A verdade tem que ser dita pois todos amenizam o verdadeiro caráter do divórcio. É abandono sim, é covardia, fuga. Aprender a lidar com as questões conjugais, fazer cursos, estudar possibilidades, buscar ajuda especializada foi substituído pela facilidade de abandonar, jogar fora a família.

Tenho acompanhado famílias de primeiro e segundo casamento há mais de 10 anos e os problemas são semelhantes na natureza e maiores em número e complexidade para os de segunda união. As pesquisas apontam problemas financeiros para os separados muito maiores que para os de primeira união. Ser feliz vai ser mais difícil para o divorciado. 

Ontem mesmo, ouvi dois colegas conversando e um aconselhando ao outro.
- Cara separa dá trabalho e não resolve. Muito pior separado. Resolve isso e fica como está!

Creio que há um movimento por percepção, de que separar é pior. Isso é bom, pois é verdadeiro.

O movimento "o é importante é ser feliz" devia ser fuzilado no paredão. É uma frase que faz as pessoas cada vez mais infelizes, pois a felicidade não alcançada dando as costas para seus filhos e cônjuge. A felicidade se constrói com sangue suor e lágrimas. A zona de conforto é o inferno do casal.

Cuidar, se esforçar, lutar, são palavras do passado. Hoje o negócio e jogar fora e comprar algo novo, consumismo. Construir nova família sobre as cinzas e o sangue da família anterior.

Hoje os homens são mais arrependidos e as mulheres as mais infelizes. Os dois grupos são unânimes e dizer que gostariam de matar os "amigos" que os aconselharam a separar.

Alguns homens que disseram que seriam presentes na vida dos filhos, viram seus rebentos chamarem outro de pai. Veem seus filhos honrarem a outros. Amarem a outros. Você consegue ser mais infeliz do que isso?

As mulheres separadas estão sobrecarregadas com a missão de serem pai e mãe, o que é impossível ou simplesmente abandonam seus filhos a própria sorte. O mundo os educa. 

Se vai separar agora. Pense pois até agora não vi um casal que tivesse um problema no casamento. Vi pessoas com problemas pessoais. Esse problemas vão com você para os próximos relacionamentos. Boa sorte! Você vai precisar.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Poder Satânico da Girafa

Durante a primeira parte da Bíblia Deus passou o tempo todo expressando sua vontade e seu desgosto contra a idolatria. Com isso, um grupo de pessoas, munidos de um sentimento de empatia com Deus e recusa qualquer tipo de adoração a ídolos. Mas o tempo e a ausência de relacionamento com Deus fez com que as pessoas não entendessem que a relação com ídolos pode ser positiva e negativa.
A relação positiva é a de não se curvar ante os ídolos não só fisicamente mas também espiritualmente, ou seja, dar poder a esses ídolos de dar provisão e cura entre outras coisas para você e para sua família.
A relação negativa, a mais interessante a meu ver, expressa a relação que temos com imagens e ídolos dando-lhes poder de mudar nossos destinos. Ou seja, por exemplo, acreditar que uma figura ou estátua no seu jardim está fazendo sua esposa te trair ou mesmo faz sua saúde deteriorar. Esse conceito de idolatria é muito comum no meio evangélico e católico. Damos poder supersticioso a pé-de-coelho e a outros objetos que podem dar sorte ou azar.
A girafa também adquire poder satânico no momento em que as pessoas creem que aquela imagem pode ser maior que o Deus que elas adoram podendo feri-las ou dar-lhes problemas. Adulterar, roubar, jogar objetos para fora do carro, bebedice, fofoca, previstas na Bíblia nem passam pela preocupação das pessoas, talvez seja melhor se concentrar nisso ao invés de se preocupar com uma girafa. 
Para o idólatra, a girafa passa a comandar as ações e palavras. Quando vê uma girafa já se afasta e tem medo dela. Conta e espalha boatos que ouve por aí, relatando casos que aconteceram por causa da poderosa girafa.
Pessoalmente entendo que a pessoa que espalhou essa bobagem é um aproveitador. Aproveitou-se da ignorância e medo das pessoas, ganhando audiência gratuita.
O Pr. Paul Washer vaticina sobre acreditar em falsos profetas: “Os falsos profetas são o castigo de Deus para aqueles que se deixam levar pelos seus ensinamentos”. Todos temos a possibilidade de fazer a diferença e entender a plenitude do poder de Deus na nossa vida ou nos render ao poder satânico da girafa e naqueles profetas que desviam a nossa atenção para problemas reais em nossas vidas.